A Saniduo surgiu enquanto empresa em setembro de 2017, pelas mãos de Henrique Loureiro, todavia, provêm de uma larga carreira do empresário, correspondendo a todas as necessidades de canalização e climatização.
2020 foi um verdadeiro ano de mudança para a empresa Saniduo, com sede em Vila Nova de Famalicão. O crescimento sustentável que tem vindo a sentir desde a sua criação permitiu que, ainda que tenhamos vivido um ano atípico, tenha crescido em número de obras, de colaboradores e volume de negócio. Em entrevista, Henrique Loureiro, gerente da empresa, admite que muito se deve à dedicação da equipa de quatro colaboradores e à aprendizagem que os anos lhe têm dado na gestão de obra e da empresa.
“Até aos 18 anos trabalhei com os meus pais na agricultura e foi nessa altura que comecei a trabalhar como ajudante de canalização numa empresa da área. Fui aprendendo gradualmente e assim fui progredindo na categoria profissional. Em 2014, senti que era o momento para iniciar a minha carreira como trabalhador independente. Posteriormente, comecei a ganhar conhecimentos no mercado e, pouco a pouco, fui criando espaço para a minha empresa. Atualmente, sinto-me concretizado pelo que já alcancei, apesar de ter sofrido alguns erros de principiante, que entretanto foram limados, face à aprendizagem de gestão de uma empresa. Continuamos sempre a aprender, e fomos crescendo com o nosso trabalho”, recorda o profissional.









O que fazemos
A Saniduo presta maioritariamente serviços de canalização e climatização e, no último ano, começaram a surgir também alguns projetos de instalação elétrica, complementares aos serviços anteriores. Realizam obras completas, de imóveis para habitação, apartamentos e moradias de grau superior, para clientes finais e empreiteiros.
Henrique Loureiro admite que “os empreiteiros tal como os clientes finais são verdadeiros parceiros a quem dou muito valor, pela confiança que depositam em nós e que obviamente é mútua. Eles sabem o que podem esperar da Saniduo, pois nós garantimos qualidade no trabalho”.

“Entrar em obra”
O profissional explica que é um processo com vários interregnos, uma vez que são especialidades diferentes, como tal, o trabalho numa obra não é contínuo e, por isso, gerem, em média, cerca de dez processos de cada vez. “Entramos num imóvel previamente à entrada do betão, para gerir de imediato os trabalhos e, assim, definir um cronograma para as diferentes fases da nossa especialidade, nomeadamente: preparar tubagens grossas de esgotos e abastecimentos, encastrar estes materiais, e se for o caso, piso radiante ou outro tipo de sistema de climatização. Depois concluímos o nosso processo com a colocação de todos os equipamentos técnicos, instalação de louças sanitárias e terminamos com um teste técnico aos mesmos. A nossa presença na obra depende sempre da adjudicação e do plano de especialidades”, explica o empresário.
A Saniduo trabalha em toda a zona norte do país e desloca-se conforme os projetos, tendo obras concluídas no Algarve e um cliente em França, com quem trabalha periodicamente e para onde se desloca. Quando questionado sobre qual a obra que mais marcou a Saniduo, Henrique Loureiro lembra precisamente este parceiro em França, “recordo a remodelação de um château/palacete em Saint-Tropez, uma obra que iniciei em 2016 e apenas terminei em 2019, era de grande envergadura. Marca-me especialmente pelo facto de ter iniciado esta obra sozinho, pois ainda operava como trabalhador independente, contudo quando conclui a mesma já tinha o meu primeiro colaborador, assim se percebe que ela ajudou, em muito, o nascimento da Saniduo. Permitiu-me aplicar todos os meus conhecimentos, assim como promoveu o meu desenvolvimento profissional e pessoal. Nesta obra, coloquei em mim uma forte pressão, pois senti que tudo tinha de ser perfeito e o erro não podia existir, uma vez que percebi que ela seria a alavanca que eu precisava para o mundo profissional”, admite.

Atualmente
Desde então, está presente em obras de grande investimento e enumera que as características que definem o trabalho da empresa são qualidade, confiança e responsabilidade. “Os clientes confiam no nosso trabalho e a qualidade é garantida desde o primeiro momento e em todas as obras. A responsabilidade surge pela nossa preocupação em dar a cara e resolver os poucos erros que possam surgir. As obras têm de ser concluídas conforme a vontade do cliente, para que ele fique 100% satisfeito. Considero que não há clientes insatisfeitos com o trabalho realizado por nós. Quando surgem anomalias, elas são resolvidas prontamente. O cliente sabe e sente que nós estamos sempre recetivos à crítica, pois é com ela que crescemos e melhoramos”, reflete.
Este ano, Henrique duplicou a equipa, tendo também contratado o pai, “foi um motivo de orgulho porque, de certa forma, sinto que estou a retribuir ao meu pai tudo o que ele fez por mim. Ao ingressar na empresa, ele iniciou uma nova e melhor fase na sua vida. Ele é um profissional capaz, com vontade de aprender e, como tal, merecia esta oportunidade”, explica admitindo que, ainda assim, tem abertura para continuar a contratar profissionais de pichelaria, visto que “as contratações permitem aumentar a capacidade de resposta e abarcar mais obras”, afirma. Henrique Loureiro admite que 2020 foi bastante positivo e perspetiva que o mesmo se mantenha este ano. “Espero fazer com que a equipa de colaboradores cresça, assim como o volume de negócios, para poder levar esta empresa mais além. Acredito que diariamente este tem de ser o meu objetivo: ter bons profissionais, boas pessoas na equipa e, acima de tudo, a humildade de reconhecer o erro, se o mesmo acontecer. Crescer sim, com mérito e responsabilidade”, finaliza o empresário.

